đ§đˇ | Professor negro Ê preso por âerro de reconhecimentoâ
Clayton Ferreira, de 40 anos, passou duas noites na prisÃŖo apÃŗs ser acusado de participar de um roubo mediante sequestro em Outubro do ano passado. A prova usada pela PolÃcia Civil de SÃŖo Paulo foi o reconhecimento pela vÃtima com base em uma foto de 10 anos atrÃĄs, na qual Clayton estava com um visual diferente do atual.
Clayton pediu provas a universidade onde leciona para provar sua inocÃĒncia e questionou por que motivos os investigadores nÃŖo procuraram mais detalhes sobre a pessoa que estavam prendendo, como o local de trabalho e histÃŗrico de vida, sem antecedentes criminais.
âSÃŗ mostraram uma foto minha de um RG de 2014, e tambÊm de outra moça, e disseram que eu participei de um roubo e do sequestro de uma vÃtima que me reconheceu por fotoâ, afirma Clayton.
A mulher que o âreconheceuâ nem foi levada a delegacia, e quando apresentaram a foto de Clayton disse: âReconheço o rosto, mas estÃĄ diferente pelo cabelo. Em quatro meses, nÃŖo cresceria o cabelo daquele jeitoâ.