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🏝 Litoral de SP tem 7 praias impróprias para o banho; veja quais e evite

Vai descer ou já está passando o fim de semana no litoral? Cuidado: a Baixada Santista tem sete praias impróprias para o banho, segundo a Cetesb.

O município com mais praias proibidas para o banho de mar é São Vicente, com quatro. Praia Grande vem na sequência com duas e Guarujá uma.

Todas as outras da Baixada Santista estão liberadas aos banhistas.

Confira as praias impróprias ⛔️
São Vicente: Praia da Divisa, Milionários, Prainha e Gonzaguinha.
Praia Grande: Boqueirão e Jardim Solemar
Guarujá: Perequê

Muito cuidado com as praias impróprias!

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🏝 Litoral de SP tem 7 praias impróprias para o banho; veja quais e evite

Vai descer ou já está passando o fim de semana no litoral? Cuidado: a Baixada Santista tem sete praias impróprias para o banho, segundo a Cetesb.

O município com mais praias proibidas para o banho de mar é São Vicente, com quatro. Praia Grande vem na sequência com duas e Guarujá uma.

Todas as outras da Baixada Santista estão liberadas aos banhistas.

Confira as praias impróprias ⛔️
São Vicente: Praia da Divisa, Milionários, Prainha e Gonzaguinha.
Praia Grande: Boqueirão e Jardim Solemar
Guarujá: Perequê

Muito cuidado com as praias impróprias!

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🤱🏻 Preconceito contra mães: Mulheres paulistas apontam desafios no mercado de trabalho

A maioria das mães garante que há preconceito contra mulheres que têm filhos no mercado de trabalho.

Essa é a percepção de 73,4% das mulheres ouvidas na Capital, ABC Paulista, Baixada Santista e Alto Tietê.

Por outro lado, 25,4% responderam que não há preconceito. Já 1,2% das mães não souberam responder se há preconceito.

O instituto ouviu 2.403 mães nos dias 8 e 9 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O mercado de trabalho ainda não está pronto para as mães.

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🤱🏻 Preconceito contra mães: Mulheres paulistas apontam desafios no mercado de trabalho

A maioria das mães garante que há preconceito contra mulheres que têm filhos no mercado de trabalho.

Essa é a percepção de 73,4% das mulheres ouvidas na Capital, ABC Paulista, Baixada Santista e Alto Tietê.

Por outro lado, 25,4% responderam que não há preconceito. Já 1,2% das mães não souberam responder se há preconceito.

O instituto ouviu 2.403 mães nos dias 8 e 9 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O mercado de trabalho ainda não está pronto para as mães.

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🤱🏻 Preconceito contra mães: Mulheres paulistas apontam desafios no mercado de trabalho

A maioria das mães garante que há preconceito contra mulheres que têm filhos no mercado de trabalho.

Essa é a percepção de 73,4% das mulheres ouvidas na Capital, ABC Paulista, Baixada Santista e Alto Tietê.

Por outro lado, 25,4% responderam que não há preconceito. Já 1,2% das mães não souberam responder se há preconceito.

O instituto ouviu 2.403 mães nos dias 8 e 9 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O mercado de trabalho ainda não está pronto para as mães.

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🤱🏻 Preconceito contra mães: Mulheres paulistas apontam desafios no mercado de trabalho

A maioria das mães garante que há preconceito contra mulheres que têm filhos no mercado de trabalho.

Essa é a percepção de 73,4% das mulheres ouvidas na Capital, ABC Paulista, Baixada Santista e Alto Tietê.

Por outro lado, 25,4% responderam que não há preconceito. Já 1,2% das mães não souberam responder se há preconceito.

O instituto ouviu 2.403 mães nos dias 8 e 9 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O mercado de trabalho ainda não está pronto para as mães.

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🤬 Professora da USP defende direito ao sexo em abrigos do RS e revolta internautas

Uma professora da Universidade de São Paulo causou polêmica ao falar de “direito à sexualidade” para as pessoas que estão em abrigos no Rio Grande do Sul.

Por meio do X, Marilia Moscou defendeu que é necessário que haja uma discussão sobre o assunto, pois as vítimas não sairão dos alojamentos “tão cedo”.

"Sexo entre adultos, sempre consentido, masturbação, e etc… (inclusive para adolescentes)", disse a docente, que leciona Sociologia.

Marilia se descreve como não-mogonâmica e sugere ser pesquisadora da área de sexualidade, gênero e estudos críticos da família.

Após a repercussão negativa, a docente excluiu sua conta no X. Segundo ela, tanto a esquerda quanto a direita a criticaram.

Nesse momento, pensar em sexo não tem a menor importância!

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🤬 Professora da USP defende direito ao sexo em abrigos do RS e revolta internautas

Uma professora da Universidade de São Paulo causou polêmica ao falar de “direito à sexualidade” para as pessoas que estão em abrigos no Rio Grande do Sul.

Por meio do X, Marilia Moscou defendeu que é necessário que haja uma discussão sobre o assunto, pois as vítimas não sairão dos alojamentos “tão cedo”.

"Sexo entre adultos, sempre consentido, masturbação, e etc… (inclusive para adolescentes)", disse a docente, que leciona Sociologia.

Marilia se descreve como não-mogonâmica e sugere ser pesquisadora da área de sexualidade, gênero e estudos críticos da família.

Após a repercussão negativa, a docente excluiu sua conta no X. Segundo ela, tanto a esquerda quanto a direita a criticaram.

Nesse momento, pensar em sexo não tem a menor importância!

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🤬 Professora da USP defende direito ao sexo em abrigos do RS e revolta internautas

Uma professora da Universidade de São Paulo causou polêmica ao falar de “direito à sexualidade” para as pessoas que estão em abrigos no Rio Grande do Sul.

Por meio do X, Marilia Moscou defendeu que é necessário que haja uma discussão sobre o assunto, pois as vítimas não sairão dos alojamentos “tão cedo”.

"Sexo entre adultos, sempre consentido, masturbação, e etc… (inclusive para adolescentes)", disse a docente, que leciona Sociologia.

Marilia se descreve como não-mogonâmica e sugere ser pesquisadora da área de sexualidade, gênero e estudos críticos da família.

Após a repercussão negativa, a docente excluiu sua conta no X. Segundo ela, tanto a esquerda quanto a direita a criticaram.

Nesse momento, pensar em sexo não tem a menor importância!

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Uma professora da Universidade de São Paulo causou polêmica ao falar de “direito à sexualidade” para as pessoas que estão em abrigos no Rio Grande do Sul.

Por meio do X, Marilia Moscou defendeu que é necessário que haja uma discussão sobre o assunto, pois as vítimas não sairão dos alojamentos “tão cedo”.

"Sexo entre adultos, sempre consentido, masturbação, e etc… (inclusive para adolescentes)", disse a docente, que leciona Sociologia.

Marilia se descreve como não-mogonâmica e sugere ser pesquisadora da área de sexualidade, gênero e estudos críticos da família.

Após a repercussão negativa, a docente excluiu sua conta no X. Segundo ela, tanto a esquerda quanto a direita a criticaram.

Nesse momento, pensar em sexo não tem a menor importância!

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